Porque desde o menor deles até ao maior, cada um se dá à avareza; e desde o profeta até ao sacerdote, cada um usa de falsidade.
E curam superficialmente a ferida da filha do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz.
Porventura envergonham-se de cometer abominação? Pelo contrário, de maneira nenhuma se envergonham, nem tampouco sabem que coisa é envergonhar-se; portanto cairão entre os que caem; no tempo em que eu os visitar, tropeçarão, diz o SENHOR.
Assim diz o SENHOR: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas; mas eles dizem: Não andaremos nele. (Jeremias 6:13-16)

Eu não sei de que forma, mas esta passagem não sai da minha cabeça desde que fiz o Veredas antigas. Ainda mais depois que li o livro ontem. Não sei porque nunca ter me atentado para este texto na bíblia antes.
Muitas vezes eu tenho ficado irado e depois triste com tamanho distanciamento do mundo e da própria Igreja com a prática dessas veredas antigas de Deus para o Seu povo. E o pior, “mas eles dizem: Não andaremos nele”.

Não sei explicar disso estar acontecendo comigo.

Estou lendo outro livro chamado “Engando, Eu?” do Craig Hill. Eu acho que o mundo está caindo novamente na minha cabeça, mas em um nível ainda mais profundo. Quanto pecado e quão corrompida a minha mente se encontra hoje. Tudo o que eu tento fazer de “bom” não adianta de nada.

Agora já estou no âmbito da minha identidade. Quem sou eu? Pra que estou vivo hoje, afinal de contas? Deus, eu tenho quase todos os sintomas da vergonha, da maldição, de tudo que é ruim. Que vantagem isso tem pra mim? Ainda há esperança?

Essas perguntas são realmente muito difíceis de eu entender justamente nesse período crítico da minha vida onde estou experimentando a solidão, isolamento, dificuldades e crises. É um sentimento de “não pertencer” a este lugar, a este século. “Se eu ao menos tivesse uma família ou quem for para me ajudar neste período crítico” – já tão argumentado por mim e já com uma certa incredulidade. Mas, infelizmente, tive isso só para piorar o difícil.

Deus, afinal, as 2 perguntas que não querem calar: Quem sou eu? Para onde estou indo?

Um post bem pessoal e um grande desabafo. Com certeza, vocês leitores não entenderão muito bem tudo isso, mas, de fato, só Deus entende tudo isso.
Espero que Deus me ajude a decifrar a minha vida de uma vez por todas.

assinatura2

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